sexta-feira, 25 de julho de 2014

Convite - Abertura do Comitê de Campanha!

Convido os amigos e as amigas a participarem da inauguração do nosso Comitê de Campanha Bordalo Estadual 13.130. Será dia 05 de agosto, às 19h, na João Paulo II, nº 110, entre Antônio Baena e Curuzu.

Bordalo participa de audiência sobre o 'Abelardo Santos'

Estive nesta quinta-feira, 24, no Sest Senat, Distrito de Icoaraci, em audiência pública. Na ocasião, foi confirmada que a gestão do Hospital não será transferia para uma OS, e que os trabalhadores não serão removidos para outros locais, decisão que trouxe alívio para os funcionários. Participaram da audiência o secretário Estadual de Saúde, Hélio Franco, o deputado Edmilson Rodrigues, representantes do Sindsaúde, além dos servidores e de usuários do Hospital Abelardo Santos. 









quinta-feira, 24 de julho de 2014

"Padrão de Segurança"

Visitando os municípios do Pará, vemos como o sucateamento da Segurança Pública é generalizado no Governo de Simão Jatene. O registro deste Posto de Polícia foi feito na Baia do Sol, em Mosqueiro. Os cidadãos relatam que vivem uma permanente insegurança. Precisamos de mudanças no Pará!


Visita ao gabinete!

Nesta quarta-feira, 23.07, recebi em meu gabinete, na Alepa,  a visita de Maria do Ceú e de sua filha, Maria Jaqueline, além dos netos dela. É sempre bom receber o carinho do povo em reconhecimento ao nosso trabalho. Registramos o momento!

Navega Pará está abandonado!

Em nossas andanças pelo Pará, constatamos que muitos Programas importantes estão completamente abandonados pelo Governo Jatene (PSDB). O Navega Pará é um exemplo. Ao invés de servir como ferramenta para educação e conhecimento, o Programa encontra-se totalmente sucateado. Precisamos de mudanças!
 
 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Saiu na mídia!

Matéria veiculada no Jornal RBA desta terça-feira, 22.07, repercute reunião presidida pelo deputado Carlos Bordalo (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alepa, que conseguiu evitar a transferência dos cerca de 400 servidores do hospital Abelardo Santos para Santa Casa. Incansável na luta pela melhoria da saúde, Bordalo foi um dos responsáveis pela aprovação da verba que garantiu a ampliação do hospital. Assista:



Jornal Diário do Pará desta quarta-feira, 23.07, também destaca resultado positivo em favor dos servidores do Abelardo Santos, após reunião da Comissão de Direitos Humanos da Alepa. 


Leia matéria na íntegra aqui: http://migre.me/kAUVE

Bordalo visita moradores da Baia do Sol, em Mosqueiro

No domingo (20), visitei o bairro da Baia do Sol, no Distrito de Mosqueiro, junto com as lideranças locais: Manuelita, Rogério e Erasmo. Verificamos o abandono do bairro pelo poder público municipal e estadual. Posto Policial fechado, programa Navega Pará parado, 1.000 metros de erosão na beira mar, e falta de transporte público para os moradores. Apesar de todas as dificuldades, fomos bem acolhidos pelos companheiros e pelas companheiras. Obrigado, Mosqueiro!






Cametá abraça campanha do Bordalo por um Pará melhor!

Estive na última sexta-feira (18) no município de Cametá. No Distrito de Juabá, estive acompanhado dos companheiros vereador Oca (PT), Padrezinho, Duca Gomes e Cordoval. 

Participaram também da reunião cerca de 200 companheiros e companheiras, que demonstraram apoio ao nosso mandato e à nossa campanha, especialmente em função de todo o trabalho que já desenvolvemos em Cametá. Passamos também pela Vila do Carmo, em que recebemos apoio da Associação de Moradores, e de professores, lideranças sindicais, estudantes e donas de casa. 

Visitamos ainda a sede da cidade, onde o Vereador Assis articulou uma conversa sobre o espaço urbano, os índices de desenvolvimento e de renda per capita, o transporte, a saúde e a educação. Foi um momento importante para dialogar sobre novas ações. Agradeço imensamente à população cametaense pela recepção calorosa! Vamos continuar nossa parceria!
















Adesão a campanha de Bordalo avança no interior do Estado

Tenho recebido em meu gabinete na ALEPA vários companheiros e companheiras. Recebi os amigos Valdir, de Maracanã, e Pimentel, de Santarém Novo; Josimara Sampaio, Ruy Pinheiro e Max, de Cachoeira do Piriá, que solicitaram audiência para tratar da ampliação do serviço de telefonia celular no município; e ainda os companheiros de Tracuateua, Saraiva, Daniel e Miranda, que vieram prestar apoio ao nosso mandato.
Valdir, de Maracanã, e Pimentel, de Santarém Novo.
Josimara Sampaio, Ruy Pinheiro e Max, de Cachoeira do Piriá.
Saraiva, Daniel e Miranda, de Tracuateua.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Reunião intermediada por Bordalo evita transferência dos servidores do Aberlado Santos para Santa Casa

Uma reunião intermediada pelo deputado Carlos Bordalo (PT) entre o secretário de Saúde (Sespa) Hélio Franco e o representante do Sindsaúde, Ribamar Santos, nesta terça-feira, 22.07, na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), conseguiu evitar o remanejamento dos cerca de 400 servidores do hospital Abelardo Santos para Santa Casa de Misericórdia do Pará.

A decisão tranquilizou os trabalhadores presentes à reunião, que reclamavam de não terem sido ouvidos sobre a proposta do governo, e que só tomaram conhecimento da decisão por meio da imprensa. Eles temiam que uma possível transferência pudesse prejudicar o atendimento à população do distrito de Icoaraci.

Também ficou acordado que, até o final de 2014, o governo não repassará a administração do hospital a nenhuma Organização Social (OS), além de garantir a continuação dos serviços de urgência e emergência do local, até o término das obras de reforma, por qual passa o hospital, com término de conclusão previsto para daqui há 15 meses.

O secretário de saúde garantiu, ainda, que aceitará rediscutir a proposta de remanejamento apenas aos servidores que desejam ser transferidos para Santa Casa, caso permaneça à frente da pasta na próxima gestão estadual.

Para Ribamar Santos, o repasse da administração de um hospital público para iniciativa privada nem sempre é garantia de qualidade no atendimento. Ribamar aproveitou a reunião para denunciar também o péssimo atendimento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Icoaraci. Segundo ele, a unidade de saúde não estaria atendendo a necessidade da população do distrito, desde que foi entregue pelo governo federal.

Auditoria
Diante do caso, o deputado Carlos Bordalo informou que tão logo retornem os trabalhos na Alepa, enviará requerimento ao Ministério da Saúde solicitando uma auditoria no local, como forma de solucionar os problemas.

Jatene viras as costas para o Marajó

Pobre Marajó.... Sempre relegado ao abandono e ao esquecimento. Governo Jatene insiste em virar as costas para os marajoaras:

Em Melgaço, a ponte que dá acesso ao município está quebrada, colocando em risco a travessia de pedestres e motociclistas. Em Portel, segundo os moradores, a segurança vai de mal a pior. Existem apenas uma viatura e quatro motos para atender as demandas dos moradores. Já em Curralinho, uma lancha que era pra ser usada em favor do povo, ‘agoniza’ com o tempo, um desperdício com dinheiro público. Até quando?




segunda-feira, 21 de julho de 2014

Aécio recebe o primeiro petardo da Folha

 
A “Folha de S. Paulo” disparou seu primeiro petardo contra o presidenciável tucano Aécio Neves. Na manchete da edição deste domingo, o jornal de Otavio Frias acusa Aécio, então governador de Minas Gerais, de ter construído com verba pública aeroporto de quase R$ 14 milhões em terras de seus parentes, em seu segundo mandato.
 
Construído no município de Cláudio, a 150 km de Belo Horizonte, o empreendimento ficou pronto em outubro de 2010 e seria administrado por Múcio Guimarães Tolentino, tio-avô do senador e ex-prefeito de Cláudio.

De acordo com a publicação, para pousar no local, é preciso pedir autorização aos filhos de Múcio. Segundo um dos filhos de Múcio, Fernando Tolentino, seu primo Aécio Neves usa o aeroporto "seis ou sete vezes" por ano, em visita a cidade ou a Fazenda da Mata, a 6 km do aeroporto. Aécio nega irregularidades e diz que obra atendeu a critérios técnicos (leia http://migre.me/kyK21 ).

Fonte: Blog 247

Obras do campus de Medicina estão paradas

Quando foi anunciado no final do ano de 2012 que Marabá finalmente teria um curso superior de Medicina, a comunidade docente e discente comemorou: seria a primeira oportunidade de uma cidade do sudeste paraense começar a ser o celeiro produtivo de novos médicos para atender essa região e até mesmo exportar mão de obra para outras cidades do país. O sonho começou a ser acalentado ainda no dia 6 de março de 2012, quando a prefeitura de Marabá, em uma cerimônia oficial, doou um terreno de 1.600 m² para o governo do Estado construir o tão esperado bloco para abrigar o curso de Medicina da Universidade do Estado do Pará (Uepa).

Oito meses depois, o governo estadual colocou uma placa no terreno doado pela prefeitura, sinalizando o início das obras de reforma de blocos, salas de aulas e laboratório. Era o mês de novembro de 2012. O prazo para a conclusão das obras, dizia a placa, era de 120 dias, mas nenhum vislumbre ou notícia sobre as obras para o curso de Medicina vieram até agora.

A Uepa, nesse período, anunciou também vagas para os cursos de Engenharia Ambiental, Engenharia de Produção e Tecnologia de Alimentos. Todos com previsão de iniciar no dia quatro de março de 2013. Fato que não aconteceu, sendo adiada para o dia 18 e depois 25 de março de 2013. Os cursos de Biomedicina, Engenharia Florestal e Medicina seriam ofertados apenas no segundo semestre, com início das aulas previsto para o dia 5 de agosto, já indicando problemas de cronograma e entrega das obras a tempo para os acadêmicos.

Para surpresa de todos os alunos, a Uepa anunciou que alguns cursos, inclusive o de Medicina, seriam ministrados em salas alugadas de uma faculdade particular de Marabá.
Era apenas o começo de um dilema que transformaria o sonho de se formar médicos em Marabá em uma via crucis complicada.

Quando o governador Simão Jatene esteve em Marabá, em 20 de agosto de 2013, para proferir a aula inaugural da primeira turma do curso de Medicina da Uepa, ao lado do secretário adjunto de Obras, Marcelo Nagano, ele prometeu que em junho de 2014 o novo bloco estaria pronto para receber os futuros médicos. O problema é que as obras estão longe (mas muito longe) de ficarem prontas. O cronograma “furou”.
DESÂNIMO
O que se vê no local das obras é que muita coisa ainda precisa ser feita para a conclusão dos blocos. Há ainda indícios de construção, mas a aparência já é de abandono. Estruturas de madeiras seguram os pilares de concreto e muito mato já toma conta do local. Há apenas um porteiro vigiando o lugar.

Desde que as aulas de Medicina começaram, os estudantes do curso estão em sala alugada numa universidade particular. Isso causa desconforto aos estudantes, porque o mês de agosto já está batendo às portas e a construção das salas parece longe do fim.

Wellington Dias, vice-presidente estadual da União Geral dos Estudantes de Marabá, UGE, diz que a situação começa a ficar preocupante. Segundo ele, já são quase três anos de espera. “O curso de medicina é importante para a região porque é o primeiro de Marabá. É melhor desistir do curso do que formar médicos com uma estrutura ‘meia-boca’, ou sem estrutura nenhuma”, criticou. “Fazer um curso de cinco anos com quase três já passados sem laboratório e sem estrutura é complicado”, declarou ele.
Segundo Wellington Dias, o mais preocupante é que por conta disso praticamente metade dos alunos do curso de Medicina já desistiram do curso.

“O curso começou praticamente com 20 alunos e oito alunos já desistiram, metade do curso praticamente. Fazer um curso de cinco ou seis anos, como é o de Medicina, estudando de manhã e de tarde, sem estrutura alguma, desanima o aluno”, explicou o representante da UGE.
Wellington Dias revela ainda que conversou com assessores do governo, logo após a inauguração da Escola Anísio Teixeira, em maio de 2014. Deles diz que ouviu garantias de que as obras de conclusão do local para o curso de Medicina seria prioridade.

“Eles acham que a gente aqui da região é idiota. Vem mais um período de eleição onde virão pedir votos, mas sem fazer nada nem para a população, nem para os estudantes”, ponderou Dias.

REUNIÕES NÃO AVANÇAM. SEOP SE CALA.
O DIÁRIO apurou que em abril deste ano o reitor da Uepa, Juarez Quaresma, reuniu com os estudantes dos cursos de Biomedicina e Medicina em Marabá, junto com Ilma Pastana, diretora do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Uepa, para ouvir as necessidades e opiniões dos alunos sobre o processo de construção do novo prédio da universidade.

Mas a reunião não mudou em nada o andamento das obras, que são de responsabilidade do governo. A Uepa diz que o campus da Uepa de Marabá tem recebido equipamentos para os laboratórios de Habilidade Médica e de Pesquisa Cirúrgica. Profissionais de assessoria pedagógica para o curso de Medicina e funcionários para o secretariado da saúde também já chegaram.

O que falta mesmo é inaugurar as instalações, o que parece longe de ocorrer. No local há uma placa citando a “Construção do bloco de saúde no Campus VIII da Uepa”, com valor total da obra em R$ 5.503.606,60 e com prazo de 270 dias corridos para o término das obras, sem citar, contudo, o início dela.

O DIÁRIO tentou contato com a Secretaria de Estado de Obras Públicas (SEOP) durante toda esta sexta-feira, para saber o motivo do atraso e qual o novo cronograma para inauguração. Porém, as ligações caem sempre que as telefonistas do gabinete da secretaria tentam transferir os telefonemas para o setor responsável, que é a Diretoria de Obras.


Fonte: Diário do Pará

Pará tem 216 obras escolares paralisadas

O Governo Jatene é um verdadeiro canteiro de obras paralisadas. São pelo menos 47 construções iniciadas e não concluídas pelo Governo do Estado do Pará. Ao todo, em todo o território paraense, 261 obras de construção de quadras esportivas, cobertura de quadras, construção de escolas, reformas e ampliação de unidades escolares sob a gestão da Secretaria de Estado da Educação que receberam recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) - a maior parte, há mais de um ano – não foram sequer iniciadas ou estão paralisadas. Por todas as irregularidades encontradas, o FNDE – órgão do Ministério da Educação –bloqueou o repasse de recursos para o Estado. O prejuízo é de centenas de estudantes que não terão melhoria e qualidade na infraestrutura educacional.

O DIÁRIO DO PARÁ obteve com exclusividade um relatório elaborado pela equipe do Plano de Ações Articuladas (PAR) do Ministério da Educação. Nele estão listadas todas as obras cujos repasses de recursos foram bloqueados pelo Ministério da Educação por não terem o cronograma compatível com o volume de recursos já repassados pelo FNDE. Um exemplo é a construção de novas salas nos chamados espaços educacionais, tanto urbanos quanto rurais, em municípios com histórico de baixo IDEB e baixo IDH.
DESCASO
Capitão Poço, com pouco mais de 52 mil habitantes, é o espelho do desleixo do governo do Pará com a educação das crianças do município. Apesar de a maioria das escolas públicas do Pará se situarem nas colocações mais baixas no ranking nacional do Ministério da Educação – o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – algumas são ainda piores, como as de Capitão Poço, de Jacareacanga e de 8 dos 16 municípios do Marajó, entre outros.

Qualquer gestor pensaria em focar nestas piores situações de ensino público e dar melhores condições para os alunos. Mas esse não é o caso do governo do Estado do Pará. Capitão Poço poderia já ter pelo menos três novas unidades de ensino e ver ampliadas outras quatro, tanto na área urbana quanto na rural. As obras para construção de 22 novas salas de aula estão todas paralisadas. A Secretaria de Educação (Seduc) recebeu, mas não construiu.

As obras em Capitão Poço ou estão destacadas com 0% de execução, segundo o relatório do FNDE, ou paralisadas após 14,94% de obra feita, em um dos casos e 28,6% em outro. Em Jacareacaga, há mais de 60 dias a construção de um espaço educativo urbano, com seis salas, não saiu do papel. Em Ponta de Pedras a ampliação da Escola Estadual Dalcídio Jurandir não avançou e está com apenas 38,11% de execução.

Em Novo Progresso, a construção de uma unidade do programa Brasil Profissionalizado parou com 66,4% de execução e a medição feita pelo Ministério da Educação mostra que o avanço das obras foi inferior a 10% nas três últimas vistorias realizadas.

A obra de reforma e ampliação da Escola Estadual Augusto Olímpio, em Nova Timboteua parou com 26,15% de execução. Em Santarém, onde o governador Simão Jatene foi vaiado por estudantes revoltados com a situação das reformas das escolas estaduais, duas importantes obras estão paralisadas: a reforma da Escola Estadual de Ensino Médio Maestro Wilson da Fonseca, com 60,56% de execução, e da 5ª Unidade Regional de Educação, com 90,03% executado.

Em Novo Repartimento, a ampliação da Escola Estadual Paulo VI está paralisada desde as últimas três vistorias feitas pelo FNDE, com avanço inferior a 10% de um total de 66,73% executado. A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Ana Teles, em Benevides, estava sendo adaptada dentro do programa Brasil Profissionalizado. Mas a Seduc não conseguiu executar nem 3% do total da obra.

Em Palestina do Pará os alunos da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio 21 de Abril sofrem com a interrupção da obra de ampliação e reforma que chegou a ser executada em 91,99%, mas parou sem chegar ao final. Monte Alegre também vive a mesma situação: a reforma e ampliação da Escola Estadual Francisco Nobre simplesmente parou ao atingir 74,31% de execução. O mesmo acontece com as escolas estaduais São Francisco de Assis, em Tailândia, com a obra de ampliação paralisada com 46,39% de execução e a Salomão Matos, em Salvaterra, com 52,25% executados.
ALIADOS À MÍNGUA
Nem mesmo os prefeitos aliados do governador Simão Jatene conseguiram ver estas importantes obras executadas. Em Belém, a ampliação e reforma do Instituto de Educação Estadual do Pará está incompleta. Parou com 94,86% de execução, segundo o FNDE, e nada foi feito nos últimos três meses. O bairro do Jurunas esperava receber uma nova escola estadual para as crianças da região. Mas a construção da unidade educacional parou com 51,01 de execução e não avançou nem 10% neste ano.

Ananindeua também foi prejudicada com a paralisação da construção de uma nova escola. O relatório do FNDE não especifica a localização, mas informa que foram executados somente 39,07% do previsto no cronograma da obra e há praticamente um ano não há avanço nesta construção. Parauapebas também tem seu “elefante branco” A construção de uma nova unidade de ensino no município não passou dos 49% e há mais de um ano não avança.

Castanhal sonhou em ter uma Unidade Regional de Educação Profissionalizada. Mas há mais de um ano o Governo do Estado não consegue sair de 1% de execução, segundo o relatório. A medição feita pelos engenheiros do Ministério da Educação mostra que a unidade do Brasil Profissionalizado de Santana do Araguaia também está paralisada, com 78,74% de execução há mais de 60 dias.

A construção de novas escolas da rede pública estadual também se espalha por outros municípios. Foram destinados recursos do Ministério da Educação para novas unidades nos municípios de Irituia (parada com 17,89% de execução); Garrafão do Norte (44,96%); Parauapebas (49,13%); Mocajuba (48,64%); São Félix do Xingu (64,04%); Oeiras do Pará (50,11%); Água Azul do Norte (70,77%); Tucumã (68,27%); e Curuça (37,70%). Em todas estas obras consta no relatório do FNDE a seguinte observação: “obra com avanço inferior a 10% nas três últimas vistorias”.

IRRESPONSABILIDADE
“O pior, o maior absurdo é saber que elas não estão paralisadas por falta de recurso, mas sim por falta de responsabilidade, de competência para gerir o Estado”, desabafou o deputado federal Dudimar Paxiuba (PROS), que também recebeu o relatório do FNDE.

Paxiuba adiou seu retorno para Belém na semana passada para participar de uma audiência com o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, Romeu Caputo.

“Eu queria ouvir pessoalmente do presidente do FNDE se esta situação seria real. Infelizmente ele não só me confirmou como me disse que é o pior índice de execução do país”, alertou o deputado.

Ele lembrou as razões que o fizeram sair do PSDB e da base de apoio de Jatene: “Venho dizendo que o governo do Jatene é uma lambança e está aí a confirmação. Este relatório mostra o desleixo com o dinheiro público e o desrespeito para com a população”.
O deputado lembrou ainda a publicidade do governo Jatene em torno do chamado “Pacto pela Educação”. “Este pacto é a maior enganação”, acusou.

Paxiúba assumiu como suplente o mandato de deputado federal, de 2 de fevereiro a 1º de setembro de 2011, e de 12 de dezembro de 2011 a 28 de dezembro de 2012, na vaga do atual prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho (PSDB). Foi efetivado no mandato em 2 de janeiro de 2013. O deputado trabalhou com o ex-secretário Nilson Pinto na Seduc, no início do governo Jatene.

Ele lembrou que em todos os 262 itens listados pelo FNDE, cujo repasse de recursos futuro foi bloqueado pelo Ministério da Educação, está a observação de que o governo do Pará recebeu o dinheiro mas não executou a obra.

De todas as situações, a mais grave é com relação a construções e coberturas de quadras esportivas nas escolas estaduais. A gestão de Simão Jatene recebeu mais de um milhão e duzentos mil reais de recursos provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para construção das áreas esportivas, mas devolveu o montante para a União por falta de utilização.

O descaso com as obra escolares piora o quadro de crianças e jovens que podem ficar sem centros educacionais para cursar o ensino médio, em 2016, segundo relatório divulgado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) que deu origem ao FiscEducação. Esse seria o maior déficit de salas de aula de todo Brasil. 
Fonte: Diário do Pará

sexta-feira, 18 de julho de 2014

TCE constata precariedade das escolas estaduais

ESCOLA TÉCNICA    em Salvaterra, no Marajó, é um retrato do descaso encontrado pela auditoria do TCE
Uma auditoria operacional realizada no ano passado e concluída há três meses pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) na área da EDUCAÇÃO    apenas confirmou o que a população que depende das escolas públicas estaduais já sabe há muito tempo: que em termos de GESTÃO    e infraestrutura, a situação é bastante precÁRIA   .
No documento de nove PÁGINAS    (Resolução nº 18.571, Processo nº 2013/51037-8), a conclusão dos TRABALHOS    - envolvendo visitas a 28 escolas de 12 municípios em seis regiões do Estado: Rio Caeté, Tocantins, GUAM   á, Rio Capim, Marajó e Região Metropolitana, e todas regidas pela Secretaria de Estado de EDUCAÇÃO    (Seduc) - fala em “insuficiência de ações para o aperfeiçoamento da GESTÃO    das escolas públicas estaduais de ensino médio” e ainda em “infraestrutura precÁRIA    para o atendimento das demandas do ensino médio”.
Dentro da primeira conclusão, o relatório cita “processo de elaboração, REVISÃO    e implementação do Projeto Político PEDAGÓGICO    - PPP e Planejamento Anual das Escolas Públicas de Ensino Médio deficiente; precariedade no apoio, acompanhamento e avaliação do desempenho da ESCOLA    e de seus gestores por parte da Seduc/Unidades Regionais de Educaçao (UREs)/Unidades Seduc na Escola (USEs); deficiência de supervisão desses entes, nas escolas; e, por fim, baixa participação social na gestão da escola”.
Já no segundo tópico, os relatos dão conta de escolas com paredes infiltradas, PISOS    ePORTAS    em aspecto “sofrível”, laboratórios de informática e ciência em condições insatisfatórias, quando não servem como “depósitos de LIVROS   ”, assim como as bibliotecas, auditórios e quadras de esporte, péssimo estado de conservação dos equipamentos, além de falta de preparo para a RECEPÇÃO    de ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS   . A Seduc recebeu um relatório preliminar dessa auditoria ainda em novembro de 2013.

PROPOSTAS
O mesmo documento contém 15 propostas direcionadas à Seduc no sentido de melhorar o cenário da educação estadual, que envolvem desde o provimento de estrutura mínima, física e de equipamentos, para as escolas, até a avaliação formal de atuação das UREs e USEs, prevendo, inclusive, ações corretivas quando houver necessidade.
Finalizado em 15 de abril, o relatório foi publicado no Diário Oficial da União (DOE) no dia 8 de maio, data em que começou a contar o prazo de 60 dias para que a secretaria elaborasse e apresentasse ao TCE um cronograma de ações a serem desenvolvidas e implementadas pelo órgão estabelecendo prazos, atividades e os responsáveis pela execução das mesmas, nos termos das recomendações feitas pela auditoria, sob risco de penalidade para o caso de não cumprimento da determinação.
A presidente do Conselho Estadual de Educação (CEE), Suely Menezes, disse ainda não ter conhecimento dos resultados da auditoria e garante que a entidade irá se manifestar assim que estiver em posse desse
documento.

SITUAÇÃO
Ela admite que as escolas estaduais ainda estão em situação difícil, mas caminhando para uma melhora. “São muitos problemas, mas, quando a gestão atual assumiu O ESTADO   , em 2011, eram 450 escolas sem autorização de emissão de CERTIFICADO   , ou seja, era como se não funcionassem. Hoje temos mais de 200 em REFORMA    e as restantes em funcionamento normal”, afirma. Em nota, a Secretaria de Estado de Educação informou estar “elaborando documento em resposta às recomendações contidas no relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE)” e que “várias ações estão em fase de implementação, como a melhoria da infraestrutura escolar e a CONTRATAÇÃO    de professores para atendimento de demandas da rede pública estadual de ensino (...).

Fonte: Diário do Pará

Pesquisa aponta que Dilma venceria no 1º turno

Pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quinta-feira (17) mostra a Presidenta Dilma na liderança das intenções de voto, com 36%. Aécio Neves, do PSDB, aparece em segundo lugar, com 20%; e Eduardo Campos, do PSB, vem em terceiro com 8%. São boas as chances da Presidenta Dilma vencer ainda no primeiro turno. O povo brasileiro reconhece que o Brasil está mudando e vai mudar ainda mais com Dilma! http://ow.ly/ziffw

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Governo Dilma: Cada vez mais perto dos paraenses!

A cada dia, o Governo Dilma tem se mostrado mais próximo do povo paraense. São obras na área de saúde, educação e de infraestrutura, entre outras, que beneficiam os quatro cantos do Estado. Um bom exemplo são as obras de reforma e ampliação das Unidades de Saúde da Família das vilas de São Miguel do Itaquerê e do 40 do Mocoóca, no município de Maracanã. É o Governo Federal fazendo a sua parte!